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terça-feira, 23 de setembro de 2014

O Zodíaco Celta

Existe todo um esoterismo raso que ressuscita as antigas civilizações, não é mesmo? E, mesmo assim, são divertidos!

Vi no facebook, nos últimos dias, um suposto zodíaco celta referente às árvores conhecidas por esses povos! Eu não duvido que de fato os celtas tenham conhecido essas espécies vegetais, mas tenho minhas dúvidas se possuíam alguma roda zodiacal... não é uma informação confiável.

Mas achei bastante divertido descobrir que árvores são traduzindo uma a uma para o português e fui agradavelmente surpreendida ao descobrir que o pilriteiro, que muito me atrai, refere-se ao meu "signo"! hahahaha

E, como achei tudo muito fofo, vou deixar aqui! :)


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Os Novos Contos de Fada

Em 1959, os estúdios Disney lançaram “A Bela Adormecida” (Sleeping Beauty), uma versão contemporânea do conteúdo original de Charles Perrault, pai da literatura infantil, nascido no século XVII. Essa conhecida animação tem seu enredo resumido da seguinte forma na wikipédia:
“Em um reino distante, ao completar 16 anos, a princesa Aurora sofre uma terrível maldição da malvada bruxa Malévola ao espetar o dedo no fuso de uma roca. Ela cai em um sono profundo de 100 anos.
Mas as três fadas-madrinhas (Flora, Fauna e Primavera) descobrem uma forma de quebrar o feitiço: um beijo doce e verdadeiro de amor. Com Aurora adormecida, as fadas resolvem adormecer todo o reino. O príncipe Filipe, que é apaixonado por Aurora, munido de um escudo da virtude e da espada da verdade, combate e derrota Malévola e finalmente quebra o feitiço da princesa Aurora com um beijo de amor verdadeiro.”
Esses elementos predominaram nos contos de fada durante muito tempo, prevalecendo no nosso cotidiano. A luta entre o  bem e o mal consiste em um maniqueísmo clássico de nossa cultura, exposta em contos de fada e em outros tipos de histórias narrados em filmes, peças teatrais, livros, programas de rádio, novelas televisivas – em qualquer mídia de entretenimento, enfim. A figura da pureza, no caso, reside na bela princesa Aurora, injustamente amaldiçoada, que partilha de um fardo sem culpa alguma; ela é ajudada constantemente de forma eficaz por três bondosas fadas-madrinhas. Malévola é a bruxa má, corrompida, que quer, sabe-se lá a que preço, a destruição da princesa, mas o amor verdadeiro será responsável por colocar os planos da fada malvada a perder, e esse amor verdadeiro é simbolizado pelo príncipe encantado – que derrota o mal com sua espada justiceira. De acordo com esse conceito, existe o bem, existe o mal tentando se sobrepor ao bem e existe o amor verdadeiro simbolizado na figura de um jovem casal, que vence o mal.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Cloud Atlas e a espiritualidade #1


Eu fiz um post recomendando Cloud Atlas há mais de um ano - eu nem havia começado a faculdade! Como vi o filme pela terceira vez há mais de um mês, decidi que era hora de fazer uma análise um pouquinho mais pontual do filme e, desta vez, com spoilers.

Lançado há menos de dois anos por uma equipe de renome, Cloud Atlas (traduzido no Brasil para “A Viagem”) é um filme ousado. Longo, multifacetado, por vezes até confuso, ele coloca como objeto central as reencarnações.

“A Viagem” também foi o nome de uma novela exibida nos anos 90 pela Rede Globo, no Brasil. Ela também tratava sobre reencarnações à luz do espiritismo kardecista. Pela semelhança temática, achei curioso o longa ter o mesmo nome.

Eu não sei se foi a tradução mais adequada para o título do filme porque acho que a idéia não é bem essa – achei um pouco vago diante do que o longa representa. Existe uma diferença notável no modo como o tema reencarnação foi inserido – foi mais humano, menos divino. Por “humano” e “divino”, eu quero dizer que a novela teve uma grande influência do espiritismo kardecista, com o roteiro baseado em duas obras psicografadas pelo médium Chico Xavier (inclusive o conhecido “Nosso Lar”). Algumas cenas ocorrem no entre-vidas, tanto no Umbral quanto nas colônias. Ou seja, a novela extrapola o conceito existencial para o “divino”, para o desconhecido, para a vida após a morte, para a existência enquanto espírito puro.

Cloud Atlas não vai por essa linha, atendo-se às vivências materiais ao longo de séculos, sem se meter no que acontece após a morte. Seu foco é apenas a reencarnação, e o quão complexa ela pode ser, inserida nessa dança do mundo pelo tempo e espaço.

Estou abrindo uma série de posts para ressaltar aspectos que considerei importantes no filme, e, por isso, aviso que haverá spoilers.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Para Além do Ser (Desafio #3)



Nota sobre o desafio: você termina de ler um livro maravilhoso. Então pega o próximo, na depressão pós-livro, e logo se surpreende por ele ser tão bom quanto o anterior.

E sim, estou muuuuito atrasada com os posts sobre o Desafio. :[

Bem, os dois livros anteriores, que me serviram de pontapé inicial, são clássicos - um do século XIX, e outro, do século XX; o deste post, o terceiro, é muito atual, e também especial.

Porque eu conheço a autora, e tenho uma grande afeição por ela. :3

Esse livro foi lançado no dia 30 de novembro de 2013, na Leitura do BH Shopping. O autor é Carmem Farage, psicanalista, acupuntura e autora de uma técnica que muito a tem auxiliado no mundo terapêutico.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O presente do indicativo


Vivemos no presente, uma linha tênue não quantificável que separa os fatos passados do futuro incerto. O que é o presente? Talvez um segundo seja a primeira representação para a qual recorremos, mas por que razão?

O que é um segundo se não for aquilo que parece se esvair em nossas mãos quando tentamos reter, como a água em seu estado líquido?

O que é um segundo para seres vivos que vivem apenas 12 horas?

O que é um segundo para reações químicas, que são tantas?

O que é um segundo para o planeta Terra, que conta bilhões de anos?

O presente é apenas o agora. Mas qual “agora”?

Não podemos contá-lo – apenas vivê-lo. Podemos chamar tudo o que passou de passado ou pretérito, e nomear o desconhecido como futuro e, quanto fazemos isso, permanecemos em um presente que não quantificamos.

Então, por que padecer das mazelas de viver fora de nosso tempo?

domingo, 5 de janeiro de 2014

Amor de chuva!



Quando o céu escurece e adquire aquele tom acinzentado bastante peculiar, anunciando chuva, meu coração pára e eu inspiro profunda e atentamente, à procura daquele "cheiro" de umidade. Eu aguardo, calmamente, aquele ruído e aquele cheiro acolhedores da natureza, que vem limpando tudo.

É como um chamado ancestral que vem para renovar as esperanças. Sinto como se ela me limpasse, mesmo eu estando completamente seca e a salvo, sob um teto, assistindo a seu espetáculo.

domingo, 18 de agosto de 2013

Reiki e meditação!



Você sabe o que é Reiki? Já meditou?

Eu passei muito tempo sem saber o que as duas coisas significam, mas, agora que pratico, vou explicar resumidamente:

Reiki é uma prática espiritual budista, que foi resgatada no século XIX após um período de esquecimento. Eu sou iniciada nessa técnica mas, para dar uma noção do que é, vou resumir: ela utiliza imposição de mãos para harmonizar o fluxo energético do corpo. Segundo o Reiki, todos nós temos campos de energia que acabam se desbalanceando ao longo do cotidiano, trazendo todo tipo de desconforto que você puder imaginar; com o Reiki, relaxamos e restabelecemos esse equilíbrio.

A USP tem realizado experimentos que mostram a atuação do Reiki em ratos, ou seja: está ganhando um caráter científico, deixando de ser placebo.