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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Música do dia: Florence + The Machine



Essa é uma das minhas músicas favoritas há tempos, mas como nunca tinha postado algo de Florence + The Machine, aqui vai...

Parece que a versão abaixo em vídeo de Dog Days Are Over é mais recente; ela é mais artística (e freak) e todo o mundo conhece, mas prefiro esta, mais "realista" (mesmo psicodélica):

domingo, 14 de setembro de 2014

A Redenção de New Girl



Uma vez, comecei a ver o primeiro episódio de New Girl, mas não consegui.

Achei sem graça e fiquei desapontada, já que sou o tipo de pessoa que curte a Zooey Deschanel (e a Emily, porque ela tem um nome do meio legal, que é Erin, e porque é a BONES); curto seu jeito, estilo e até mesmo suas músicas... se bem que a maioria delas em "She and Him" são meio chatinhas também.

Enfim, não curti o seriado. Mas aí uns amigos falaram para eu dar uma segunda chance à série, que a coisa melhoraria.

Conhecem essa história, certo?

Eu não gostei porque achei o primeiro episódio excessivamente infantil. Quero dizer, existe uma diferença narcísica e poética entre a infantilidade de um conto de fada, de histórias de aventuras e de comédias como New Girl. A comédia, por sinal, é sobre uma professora toda alternativa que sai de um longo relacionamento e, com a auto-estima baixa e toda chorosa, acaba se mudando para um república com três caras malucos e bonzinhos. E, bom a existência de uma garota na party causa aquela agitação de sempre e foi algo mais forçado que o primeiro episódio de The Big Bang Theory, quando a Penny se muda para o apê do lado.

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Era Uma Vez...



Oficialmente addicted em Once Upon A Time antes de chegar ao final da primeira temporada e após acompanhar seis episódios seguidos, chego à conclusão de que uma receita muito simples me cativou.

O quebra-cabeças.

Claro que tem a parte de conto de fada. Agora, imagine os contos encaixando-se, um complementando o outro. E imagine histórias em que, no final, ninguém representa totalmente o mal - o mal é o sofrimento. É uma novela mística em que ninguém é, até agora, realmente mau, mas são tantas histórias, tantos acontecimentos e tantos rolos que todos estão interligados. Na alegria e na tristeza. Na magia e no drama.

sábado, 16 de agosto de 2014

A inspiradora música de Loreena McKennitt



Quando eu via blogs atualizados apenas uma vez por semana, eu ficava imaginando o dono como uma pessoa "paralisada", embora eu sempre soubesse que não era verdade - mentalizava um blogueiro com dificuldade de criar algo, com dificuldade de se expressar. Embotado.

Hoje eu tenho a certeza, como se precisasse, de que isso não é bem verdade. Por vezes, você está inserido em um turbilhão de idéias, mas os afazeres cotidianos (alô, trabalho e faculdade!) simplesmente não permitem. Seu blog psíquico conta com dez vezes mais posts que o seu blog material.

Hoje eu vou contar a mini-história de um amigo que conheci por intermédio do namorado; quando o conheci, ele, como todo bom musicista (baterista de uma banda), logo começou a me dar sugestões musicais, o que eu adoro, aliás. Ele me recomendou a fantástica Symphony X (que postarei quando tiver "descoberto" o suficiente a respeito dela) - ele é bem do heavy metal. E ficou comentando que, se eu quisesse coisas estranhas, como gótico e celta, eu deveria procurar a namorada dele (minha xará, por sinal), que sacava "dessas maluquices". E desandou a falar de um dos ícones preferidos da garota, uma tal "'Loren' McKennitt".

Entendam: ele não estava me recomendando nada dessa moça, apenas comentando por alto e tentando me levar para o que há de mais nobre no metal. Nada de Loren McKennitt ou o que o valha.

Mas aí ele disse "paradas celtas e góticas". Vocês acham mesmo que eu não procuraria mais a respeito? Acham que eu ficaria apenas no metal?

Inocentes.

domingo, 27 de julho de 2014

Compulsão do momento: filme "Penelope"



Nessa caravana do inglês a ser aprendido, venho caçando em plenas férias uns filmes legais para ver em meio a tantos seriados bacanas. Após Romancing The Stone e Trouble in Little China (clássicos que merecem post), achei, por acaso, Penelope, li a sinopse e vi despretensiosamente.

Ele tem sido a compulsão do momento. Calculo que o vi cerca de seis vezes em dez dias e, quando comecei a decorar as falas, senti que já podia largar um pouco.

Naturalmente, dedicarei este post a explicar por que o adorei.

Para começar, a protagonista é interpretada pela Christina Ricci, por isso pensei que fosse mais um daqueles filmes que ela protagonizou na adolescência, nos anos 90, sabem? Estilo Gasparzinho, Caçadoras de Aventuras, A Família Addams? Só depois vi que era relativamente recente, de 2007.

Alô, Turma dos Tigres! (Desafio #5)

Livro 5, lido entre 9 e 15 de dezembro de 2013: "A Maldição das Bruxas", da série Turma dos Tigres, do austríaco Thomas Brezina.

Alguém conhece?

Fiquei com preguiça de tirar a foto do meu exemplar, então vai essa montagem, mesmo.

Quando eu estava na sexta série, meu irmão teve de ler o paradidático "No Templo do Trovão". É um desses livrinhos interativos com charadas a serem desvendadas, e vem com um kit de detetive pra você descobrir os enigmas junto com as personagens - e as personagens, no caso, são os Tigres, uma série à parte da "Olho No Lance", que é uma coleção com essa finalidade interativa que mencionei. 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O Restaurante no Fim do Universo (Desafio #4)



Eu sei que parei de postar sobre o desafio, e estou cheia de sugestões literárias para soltar. Então, vamos lá! Em relação ao desafio:

Quarto livro: O Restaurante no Fim do Universo - dia 2 ao dia 8 de dezembro de 2013.



Esse é o segundo da série "O Mochileiro das Galáxias", que é constituída por seis volumes:

- O Guia do Mochileiro das Galáxias;
- O Restaurante no Fim do Universo;
- A Vida, o Universo e Tudo O Mais;
- Até Mais, e Obrigado pelos Peixes!
- Praticamente Inofensiva;
- E Tem Outra Coisa...

Existe uma divergência sobre o sexto integrar ou não a série - como não cheguei até ele, eu ainda não sei. Mas, aparentemente, é de outro autor.

Essa série foi escrita nos anos 70 ou 80, originalmente transmitida pela BBC Radio 4. O autor é o mítico Douglas Adams, que também escreveu Shada, um episódio de Dr. Who que nunca foi ao ar. Junto a Terry Pratchett e Neil Gaiman, foi (faleceu em 2001) mais um autor britânico aclamado de referências nerds. Sim, a série é mais um clássico nerd, por isso, se você é o tipo que está a fim de correr atrás de clássicos, como eu, essa é uma sugestão mais do que válida.

Quem não conhece a série deve ter achado os títulos, no mínimo, intrigantes. Não se preocupem: o conteúdo também é intrigante, do começo ao fim.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Escritores da Liberdade (Freedom Writers)




Inspirado na obra The Freedom Writers Diaries, composta por relatos da professora Erin Gruwell e seus alunos, Escritores da Liberdade é um drama estadunidense de 2007. Sua história é real, e é linda. 

Encontrei esse filme passando na televisão por acaso e não hesitei em ver. Não sei se eu estava muito emotiva naquela noite, mas chorei horrores. 

Primeiro porque adoro a atuação da Hillary Swank. A intensidade com que ela transmite cada momento é um acréscimo à sua beleza nada convencional, compondo um cenário que vive entre a ficção e a realidade, em uma bela dança para quem quiser sair do lugar-comum.

Foi dirigido e escrito por Richard LaGravenese, e acho que ele gosta da srta. Swank, pois também foi diretor e roteirista de "PS: I Love You" - em que ela também foi protagonista.

Eu esperei um drama bem hollywoodiano, com altos e baixos, mas não foi bem o que aconteceu.

Basicamente, a professora Erin (amo esse nome!) é novata e começa a dar aula para um classe de estudantes considerada inferior pela direção da escola; é uma turma fruto de uma iniciativa governamental de incluir jovens problemáticos na educação. Tudo para dar errado, certo? Professores desmotivados, alunos desmotivados, falta de verba... todos aqueles problemas que quem trabalha na área conhece muito bem. Os alunos vivem em uma realidade mais problemática e violenta do que a sala de aula, de modo que a evasão é alta; os professores se sentem agredidos e desmotivados, e o auge dessa estagnação ocorre quando a coordenadora do curso, interpretada pela Umbridge Imelda Staunton, mostra como simplesmente não empresta livros bons do colégio para esses alunos porque, segundo ela, eles os estragam.

Como proceder?

domingo, 11 de maio de 2014

Guerra Mundial Z: impressões




Eu não sei nem de que ano é esse filme, só que é relativamente recente (acréscimo: de 2013). Por acaso, eu vi ontem, afinal eu sabia que era sobre zumbis - e eu não resisto a filmes de zumbis, é claro -, e estou aqui para dar o meu depoimento.

Todo o mundo que curte história de zumbis, dia Z, apocalipse zumbi e surtos endêmicos de zumbis (!!!) já tem uma idéia do que esperar - além de zumbis, é claro.

Nesse caso, você poderia esperar um Brad Pitt - nunca achei ele muito bonito, mas excelente ator. E, naturalmente, ele desempenhou o papel de "supermocinho", o que tem tudo a ver com o ângulo da história. Esse filme, ao contrário de "Madrugada dos Mortos", de "The Walking Dead" e muitos outros do gênero não possui como foco a sobrevivência ao Dia Z - que a gente adora -, mas a idéia de ir lá e salvar o dia.

B.P. não é um mero sobrevivente; ele é uma espécie de Rambo do século XXI - humanizado, claro -, que era do exército, esteve na guerra da Libéria, em campos de refugiados, em todos esses lugares esquecidos pelos deuses pagãos e cristãos. Então, bom, aqui ele tem que colocar a si mesmo e a família em segurança. E, também, ajudar uma desesperada galera da ONU a encontrar uma possível forma de combater a epidemia, que se alastrou pelo mundo, tornando-se uma pandemia.

O argumento do filme, em minha opinião, é bem-estruturado. Tinha tudo para ser um cara overpower botando zumbis pra correr - o que seria péssimo -, mas não foi o que aconteceu. Você consegue sentir uma angústia de apocalipse e uma desesperança; o nível de imersão permite que, a determinada altura do filme, você se pergunte: "e agora? Qual é a solução?"

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Trilha sonora das últimas semanas

Autor da linda imagem: Jerry.

Passo longos períodos sem ouvir com satisfação música alguma. Então, de vez em quando, vem um verdadeiro combo de prazeres musicais...

Não sou uma autoridade no assunto. Mas sou uma caçadora de vícios.

Todo o tempo, encontro-me em uma procura silenciosa, eterna, por aquela música - a música que me fará retornar para algum lugar do tempo em que uma nostalgia desmedida me invade, que me despertará emoções tão profundas que estão quase esquecidas, que me retirará do aposento de razões vãs em que me guardo - tudo para encontrar, novamente, o meu lar.

Quando encontro uma música que é "a música", eu percebo nela uma nova bênção - um portal; com toda a sua cadência, parece quebrar o tempo e o espaço para que eu possa sair, mesmo que de maneira breve, incompleta, para reencontrar o que perdi; mas esse portal logo se fecha, e não importa que eu possa escutar a mesma música eternamente, o portal não fica aberto para sempre. E tudo o que me resta é procurar a próxima, e a próxima além, que possam abrir esse portal efêmero.

É como se suas ondas tivessem algum impacto, gerassem um abalo na estática deste plano que me permitissem comunicar-me com o mundo que perdi. Brevemente.

Como se uma centelha acendesse e eu pudesse olhar, de relance, para o outro lado, sem nunca sair deste; mas um simples olhar poderia me confortar, dar a certeza de que, de fato, esse outro lado existe, e estará, de certa forma, comigo. Embora eu nunca esteja totalmente lá.

Então, tudo volta ao normal.

Talvez vocês não achem essas músicas tão dignas de abrir fendas espaço-temporais, mas é bom lembrar: é preciso a música e a pessoa corretas. E cada pessoa saberá qual música revelará o seu portal, na freqüência certa. Descubramos, pois, as nossas!



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Orgulho & Preconceito - 2005 e 1980




Fim de semana, uma tarde de sábado e um domingo inteirinho de folga, e o que eu faço?

(  ) Começo a ler os textos da faculdade para me manter em dia.
(  ) Faço um calendário de trabalhos e provas.
(  ) Vejo "Disgrace" para o trabalho de Psicanálise. 
(  ) Leio o que resta do livro do Desafio "Um Livro Por Semana".
(  ) Escrevo minhas histórias.
(  ) Vou para a Lua e volto.
(X) Eu me jogo no sofá e vou ver "Orgulho & Preconceito".

Sim, o que eu fiz no meu primeiro tempo livre desde o início das aulas foi justamente correr para o sofá e ver a versão de 2005 do filme. Hoje eu quis rever, mas acabei encontrando a dos anos 80, e estou bem no meio.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Para Além do Ser (Desafio #3)



Nota sobre o desafio: você termina de ler um livro maravilhoso. Então pega o próximo, na depressão pós-livro, e logo se surpreende por ele ser tão bom quanto o anterior.

E sim, estou muuuuito atrasada com os posts sobre o Desafio. :[

Bem, os dois livros anteriores, que me serviram de pontapé inicial, são clássicos - um do século XIX, e outro, do século XX; o deste post, o terceiro, é muito atual, e também especial.

Porque eu conheço a autora, e tenho uma grande afeição por ela. :3

Esse livro foi lançado no dia 30 de novembro de 2013, na Leitura do BH Shopping. O autor é Carmem Farage, psicanalista, acupuntura e autora de uma técnica que muito a tem auxiliado no mundo terapêutico.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Orgulho & Preconceito (Desafio #2)

Minha Lizzy preferida.

A obra de Jane Austen, já aviso, ocupa algum lugar iluminado e aconchegante do lado esquerdo do meu peito. Eu gostaria de ter visto o filme de 2005 e a série de 1995 antes de postar, mas não deu tempo - e, em todo o caso, quero reservar todo um post para cada um deles.

Para quem ainda não sabe, é sim um romance. Ele relata a história entre a Srta. Elizabeth Bennet e o Sr. Fitzwilliam Darcy, uma relação que se inicia de um modo hostil.

Como eu já conhecia "de internet" algumas imagens da adaptação de Joe Wright e simplesmente adoro a Keira Knightley, já fui ler com imagens formadas na minha cabeça sobre a aparência das personagens. Contudo, parece-me evidente, assim como para qualquer pessoa que tenha lido o livro, que Elizabeth Bennet não possuía a aparência displicente exibida nesse filme - apesar de ela não se importar em chegar desarrumada na casa de conhecidos para visitar a irmã doente, apesar de ela ser muito lúcida, revolucionária e completamente fora dos padrões da época. Houve algo de anacrônico na adaptação de 2005.

Mas, que se dane, eu imaginei a Keira durante o livro inteiro, e imaginei o Matthew Macfadyen como Sr. Darcy (apesar de o Colin Firth ter o dom, como mostra em"O Discurso do Rei", de encarnar o tipo e de ser um Sr. Darcy muito querido). Simplesmente não deu para imaginar outro rosto para a queridíssima Lizzy.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Amor de chuva!



Quando o céu escurece e adquire aquele tom acinzentado bastante peculiar, anunciando chuva, meu coração pára e eu inspiro profunda e atentamente, à procura daquele "cheiro" de umidade. Eu aguardo, calmamente, aquele ruído e aquele cheiro acolhedores da natureza, que vem limpando tudo.

É como um chamado ancestral que vem para renovar as esperanças. Sinto como se ela me limpasse, mesmo eu estando completamente seca e a salvo, sob um teto, assistindo a seu espetáculo.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O Desafio "Um Livro Por Semana" #1

Segundo a Superinteressante, esta é The Trinity College Library, uma biblioteca que fica em Dublin, na Irlanda. Seu acervo inclui o Livro de Kells, escrito por monges celtas no ano 800! E acho que já deu para entender por que está aqui, ilustrando este post.

O Desafio

Tudo começou no dia 11 de novembro, quando eu li um post aleatório, traduzido do inglês e compartilhado no facebook. Dizia respeito a um desafio executado por um narrador anônimo, que afirmou que leria um livro por semana em um ano - o que resultaria em 52 livros. O fato de ser um prazo assustador é bem positivo, segundo o autor, porque faz com que você respeite o desafio; ao mesmo tempo, como esses números malucos e ambiciosos podem ser convertidos em uma escala de 40 páginas por dia, parece um desafio realizável, e não uma loucura digna de um certo Chapeleiro. Mais detalhes desse post vocês podem encontrar aqui.

Minhas regras

Eu topei porque estava cansada de gostar de ler e de me boicotar nessa tarefa; eu sou uma pessoa naturalmente enrolada, então eu acabo não fazendo tudo o que quero e me culpando depois. Com livros, é a mesma coisa: por pura preguiça, eu deixava de pegar um livro para ler. E não é uma preguiça "sadia", que indica algo sobre suas preferências, que diz que talvez você boicote uma ação simplesmente porque não quer realizá-la. Eu queria ler, mas a minha tendência a não agir, que chamaremos de "inércia", superava essa vontade.

Um desafio pareceu perfeito para me tirar da zona de conforto e ainda me deixar satisfeita com meu desempenho.

Absorvi do post onde encontrei o desafio tudo de que precisava. A parte mais importante é você manter uma rotina e não se perder de jeito nenhum nela ou dela. É preciso que você adquira um ritmo e goste do que está fazendo. Você pode estipular suas próprias regras, contanto que elas te ajudem sem te enganar - contanto que elas auxiliem na manutenção de uma rotina.

Eu topei "trapacear" - conforme o autor disse - o que, na linguagem do desafio, significa ler um livro pequeno ou um livro que já foi lido antes apenas para não perder o ritmo, quando a coisa realmente apertar. O negócio é não se acostumar a fazer isso e procurar ler sempre dentro do prazo! É possível, é realizável. Mas, de vez em quando, para não desistir, essa "trapaça" é saudável!

sábado, 19 de outubro de 2013

Filme "Prince of Persia: The Sands of Time"



"... connected by an ancient calling that echoes through the ages."

"Diz-se que algumas vidas estão ligadas através dos tempos, conectadas por um antigo chamado que ecoa através dos tempos."

Esse é o início de um de meus filmes preferidos, e como eu o vi até decorar e gosto de cada parte, de cada fala, de cada cena, vou dedicar um post a ele.

É um daqueles filmes nossos, sabe? Você pode até recomendar, mas recomenda com um pé atrás, ciente de que é bem provável que a pessoa não goste dele tanto quanto você gosta - ou ainda, que talvez não entenda por que você gosta tanto dele.

Uma vez, um professor meu disse que não existe arte ruim; existe a arte para a qual você não está preparado. É assim que me sinto quando não gosto de algo "artístico": despreparada para admirar essa coisa.

Por outro lado, quando gosto profundamente, sinto como estivesse pronta para me identificar com o elemento artístico.

sábado, 14 de setembro de 2013

De novo: música celta!


Talvez você não tenha muita idéia de quem, afinal, tenha sido o povo celta. Isso é normal; apesar de nos lembrarmos vagamente de ruivos irlandeses, coisas verdes, música de flauta e canções nostálgicas, é difícil definir porque eles não compunham um governo centralizado e se espalharam por toda a Europa. São os bretões, gauleses, celtíberos, e muitos, muitos outros... que se destacaram especialmente na Grã-Bretanha, em Portugal e na Alemanha.

Eu sou uma apaixonada por esse povo, e continuo lendo mais a respeito deles. Enquanto isso, vou ouvindo heranças de sua boa música! :)

Eu já postei outra música celta aqui e, se continuar assim, criarei uma categoria no blog só para essa civilização!

domingo, 1 de setembro de 2013

Jogos Vorazes II: Em Chamas (o livro!)


É fato que eu sou dotada de uma sensatez sem precedentes. É mais ou menos assim: eu preciso ler textos e resolver exercícios das disciplinas da faculdade, estou procurando ler livros recomendados pelos professores e ainda preciso estudar um curso à parte que faço, além de trabalhar.

Comprei uma penca de livros no começo do ano, conforme postei, e não consegui terminar nenhum - mas estou lendo todos ao mesmo tempo.

domingo, 18 de agosto de 2013

Reiki e meditação!



Você sabe o que é Reiki? Já meditou?

Eu passei muito tempo sem saber o que as duas coisas significam, mas, agora que pratico, vou explicar resumidamente:

Reiki é uma prática espiritual budista, que foi resgatada no século XIX após um período de esquecimento. Eu sou iniciada nessa técnica mas, para dar uma noção do que é, vou resumir: ela utiliza imposição de mãos para harmonizar o fluxo energético do corpo. Segundo o Reiki, todos nós temos campos de energia que acabam se desbalanceando ao longo do cotidiano, trazendo todo tipo de desconforto que você puder imaginar; com o Reiki, relaxamos e restabelecemos esse equilíbrio.

A USP tem realizado experimentos que mostram a atuação do Reiki em ratos, ou seja: está ganhando um caráter científico, deixando de ser placebo.

domingo, 11 de agosto de 2013

O encantador universo de Hayao Miyazaki!



Hayao Miyazaki é um roteirista japonês de renome - uma espécie de Walt Disney do Japão. Seus filmes possuem traços similares na arte e são caracterizados por personagens não-convencionais em mundo com muita fantasia, ecologia, tecnologia e profundidade!

O primeiro que vi foi seu mais recente sucesso, "Gake no ue no Ponyo" (Ponyo, Uma Amizade que veio do Fundo do Mar); parecia um sonho dada a aleatoriedade dos acontecimentos. É um pouco difícil de entender seus filmes porque existe um toque forte da cultura japonesa que não chega com facilidade até nós, almas ocidentais filhinhas dos EUA, por isso é o tipo de história que você mais interpreta do que entende de fato.